Video da Fernanda Mello.Achei perfeito, diz muita coisa que eu sempre quis dizer,que ás vezes me faltaram palavras,ou então algo que as conectasse. AMAR É PUNK!
Quando pequenos, temos como uma das brincadeiras favoritas colher mato pra fazer comidinha. Estar sujo de terra é mais frequente do que estar limpo. Quando pequenos, temos uma relação mais estreita com a natureza. Prestamos mais atenção ao que nos rodeia, seja um canto de um pássaro diferente, um pôr-do-sol em tons de degradê, o pisar em pequenas poças, o admirar-se com o movimento dos pequenos insetos. E então crescemos e perdemos o mato, o contato e o sentir. O mundo cão que nos rodeia nos ensina que sentimentos só devem ser demonstrados aos mais próximos (e olhe lá), jamais a desconhecidos. Ele nos veste uma armadura que cobre até nossos olhos. Quando foi a última vez que você admirou a lua? Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Onde está aquela criança que se admira com as pequenas coisas do mundo? As palavras criadas pelo ser humano ainda não chegaram ao nível do significado do que vivi nesse carnaval, mas talvez algumas delas como: paz, ...
Hoje recebi um presente do universo através das mãos da minha terapeuta. O nome desse presente é Holocromos, um sistema criado pela psicóloga Muni Oliveira, formado por 64 telas hológraficas que representam o estado da arte da natureza em forma de fractais, ou seja, as figuras com cores em sintonia e bastante atrativas podem representar, por exemplo, um pedaço de asa do morcego, ou a menor parte de uma flor. As telas traduzem a condição do indivíduo no momento presente, fala sobre essência, sensações, emoções, somatizações, resistências, potencialidades e etc. A terapeuta pediu que eu tirasse com a mão esquerda 8 cartas e que a escolha fosse naquelas que mais me atraiam, sem pensar muito. Seguindo a escolha do subconsciente, as imagens foram dispostas em formato de flor, todas as telas interligadas e refletindo uma na outra, se traduzindo em palavras e poucas vezes nessa vida algo fez tanto sentido! Era a minha energia, meu inconsciente trabalhando para que tomasse...
Ao fazer um balanço de tudo que passou cheguei a conclusão de que tem sido legal ser Victoria. Sei que meu nome é um tanto sugestivo, mas deixo o recado de que nem só de vitórias minha vida se faz. Já perdi coisas pra caramba, de oportunidades à pessoas legais, mas talvez se não fossem as dores eu jamais conheceria a delícia de ser eu. A cada vez que achei que não fosse dar mais conta de correr atrás do que desejava, pude provar a mim mesma que eu era bem mais forte do que im aginava. Dizem por ai que a gente é o que ninguém vê, e quando eu tô só viro artista internacional, cantora, dançarina, poetisa, faxineira, cozinheira, conselheira de mim mesma. Meu lado que ninguém vê também – e não faço questão que ninguém veja, ao menos que faça por onde- me assusta algumas vezes, irritadiça com as próprias inquietudes, ansiosa, dramática, duvidosa da própria capacidade, desleixada com a vaidade, procrastinadora para certos assuntos e por ai vai. Gonzaguinha escreveu algo que me toca ...
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